terça-feira, 13 de maio de 2025

Tema 3 - Sala de Aula Virtual Assíncrona - Metaversos na Educação

Neste tópico e perante esta incursão do professor, fomos convidados a comentar a mesma sempre por base os autores estudados:


 "O uso de metaversos na educação vem sendo discutido desde a primeira onda de interesse por essa mídia, trazida pelo grande sucesso do Second Life nos anos 2000. O interesse pelos metaversos arrefeceu na década seguinte, mas retornou com força nos anos 2020, quando as tecnologias de inteligência artificial e realidade virtual estão mais maduras, as redes sociais disseminadas, há uso ubíquo dos smartphones e vislumbra-se a possibilidade de o metaverso vir a ser a nova geração das redes sociais. Mas esse retorno veio acompanhado de desinformações, confusões conceituais e falsas promessas". Vamos lá ao desafio desta semana e "organizar os conceitos e discutir as possibilidades educacionais, à luz do conhecimento acadêmico-científico" como nos desafia Romero Tori."

A minha participação:

O uso de metaversos na educação não é propriamente algo novo, mas, com o avanço das tecnologias e a popularização das redes sociais e da realidade virtual, ele ganha uma nova dimensão e relevância. O conceito de metaverso, que começou a ser explorado com o sucesso do Second Life nos anos 2000, parecia ter perdido força com o tempo, mas, com o amadurecimento das tecnologias, voltou com mais força no início dos anos 2020. Nesse novo cenário, as possibilidades de interação, aprendizado e socialização por meio dessas plataformas parecem ser mais amplas e promissoras.


No entanto, como destaca Tori (2023), o entusiasmo em torno dos metaversos muitas vezes é prejudicado por desinformações, confusões conceituais e falsas promessas. O uso do termo "metaverso" acaba sendo generalizado e, por vezes, distorcido, o que dificulta uma análise clara e objetiva sobre seu impacto e suas reais potencialidades educacionais. Não se trata apenas de criar um espaço virtual onde os alunos possam interagir, mas de compreender como esses ambientes podem ser realmente utilizados para transformar a experiência de aprendizagem de forma profunda e significativa.


Ao refletir sobre o conceito e as possibilidades educacionais, é fundamental diferenciar o que é uma realidade imersiva de um simples espaço virtual. Para que o metaverso tenha relevância educacional, ele precisa ser entendido como um ambiente que oferece presença e imersão de formas que não são possíveis nos modelos tradicionais de ensino. A presença, nesse contexto, é a sensação de "estar realmente" no ambiente, com a capacidade de interagir de forma autêntica com outros participantes e com os elementos do espaço virtual (Tori, 2023). Já a imersão envolve uma conexão mais profunda com o espaço virtual, que pode simular experiências físicas e sociais de maneira eficaz, ampliando as possibilidades de aprendizagem colaborativa e o desenvolvimento de habilidades práticas.

Além dessas distinções, é importante considerar como as ferramentas de inteligência artificial podem enriquecer o metaverso. A IA pode criar ambientes de aprendizagem personalizados, adaptando-se às necessidades de cada aluno, o que representa uma forma eficaz de aplicar uma pedagogia mais centrada no aluno. Também surge a possibilidade de criar experiências de aprendizagem que misturam o real e o virtual (como a realidade aumentada), oferecendo outra camada de potencial educativo, permitindo que os alunos experimentem e manipulem conceitos de forma mais interativa e concreta.

Para que os metaversos na educação cumpram seu papel transformador, é fundamental que os educadores compreendam suas limitações e o que realmente pode ser alcançado com o uso dessas tecnologias. Como sugere Tori (2023), é preciso uma análise crítica e fundamentada, baseada no conhecimento académico e científico, para distinguir o que é viável do que é apenas uma tendência passageira. No final das contas, o desafio é utilizar o metaverso de maneira que potencialize as metodologias de ensino, em vez de simplesmente replicar o modelo tradicional de sala de aula num ambiente virtual.

Referência

Tori, R. (2023). Metaversos na Educação: conceitos e possibilidades. Video Journal of Social and Human Research, 2(1), 53-66. 


segunda-feira, 5 de maio de 2025

Tema 2 - TECNOLOGIAS PARA A CRIAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM

 Explorar o Potencial das Tecnologias Digitais em Rede na Educação

Vivemos numa era em que as tecnologias digitais se multiplicam e evoluem a um ritmo alucinante. Esta grande variedade de ferramentas em rede oferece ao professor uma oportunidade extraordinária: criar os seus próprios recursos ou reutilizar materiais já existentes, enriquecendo os ambientes virtuais de aprendizagem de forma dinâmica e interativa.

Mas tanta diversidade também nos coloca um desafio: como escolher, de forma criteriosa, as tecnologias mais adequadas às dinâmicas educativas que pretendemos implementar?

Foi com esta inquietação que se desenhou o Tema 2 da nossa formação, que convida cada formando a explorar o potencial pedagógico das plataformas digitais de comunicação — sejam síncronas ou assíncronas — e a pensar na forma como estas se podem articular entre si, potenciando aprendizagens mais significativas.

O que se pretende com este tema?

Um percurso com várias fases:
Através da leitura, visualização e análise dos materiais disponibilizados, cada formando foi convidado a refletir sobre o tema e a preparar questões e ideias para a discussão seguinte.
Este momento decorreu na Sala de Aula Virtual 2, onde todos os participantes partilham as suas reflexões, dúvidas e experiências com base na fase anterior.
Utilizando o software VideoAnt — uma ferramenta online de anotação de vídeos —, abrimos um espaço para explorar e comentar, em conjunto, a utilização pedagógica de plataformas e tecnologias digitais.
Finalmente, os formandos são convidados a consolidar as suas aprendizagens e reflexões, registando-as no portefólio digital.

Ao longo deste percurso, espera-se que cada participante:

  • Pesquise e experimente um conjunto de tecnologias digitais, capazes de sustentar o design pedagógico de ambientes virtuais de aprendizagem;

  • Desenvolva competências de seleção e curadoria de recursos, com base em critérios pedagógicos e na intencionalidade do uso.

Para dar corpo a este desafio, organizámos o trabalho em quatro momentos principais:

🔹 Fase 1 – Autoaprendizagem

🔹 Fase 2 – Discussão Assíncrona

🔹 Fase 3A – Interação no VideoAnt

🔹 Fase 4 – Atualização do Portefólio Digital

Este tema convida-nos, acima de tudo, a pensar a tecnologia não como um fim em si mesma, mas como uma aliada na construção de ambientes educativos mais criativos, colaborativos e centrados no aluno.

quarta-feira, 30 de abril de 2025

Tema 2 - Ambientes Pessoais de Aprendizagem (PLE - Personal Learning Environments)

 O Tema 2 decorre de 7 de Abril a 9 de Maio de 2025

1. O conceito de Personal Learning Environment (definição, perspectivas, relevância)

2. Desenvolvimento e utiização do PLE para a aprendizagem em rede

Este foi o Ambiente Pessoal de Aprendizagem que realizei:

Este infográfico apresenta várias ferramentas, apenas algumas das quais que faço uso  e podem ser utilizadas de formas diferentes para organização. No entanto, foram agrupadas nas categorias que melhor refletem a sua principal função. Alguns dos ícones incluem hiperligações: algumas direcionam para trabalhos pessoais, enquanto outras apenas identificam as ferramentas através de links. Essas ferramentas são um reflexo da minha dinâmica educativa e formativa. Podem aceder ao Qrcode.

Poderá consutar a Reflexão do Tema 2 AQUI

Tema 2 – Ambientes Pessoais de Aprendizagem

terça-feira, 22 de abril de 2025

Tema 2: A Avaliação na Educação Online

 COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER

  • Discutir a avaliação da aprendizagem online no ensino superior;
  • Identificar e caracterizar conceitos e estratégias de avaliação online que sustentam e orientam a mudança para uma nova cultura de avaliação.

ORIENTAÇÕES DE TRABALHO

1º) Seleção do capítulo do livro a trabalhar ou de um dos temas de aprofundamento propostos: AQUI;
2º) Leitura e análise do texto a trabalhar tendo em vista realizar uma recensão crítica sobre o mesmo de acordo com as orientações;
3º) Publicação dos trabalhos no Fórum da A2;
4º) Análise e discussão dos contributos ;

5º) Introdução de eventuais melhorias após a discussão na turma; 6º) Publicação do documento conjunto final.

Recursos

Conrad, D.; Openo, J. (2018) Assessment Strategies for Online  Learning Engagement and  Authenticity.  AU Press, Athabasca University doi: 10.15215/aupress/9781771992329.01. https://www.aupress.ca/books/120279-assessment-strategies-for-online-learning/

Versão em português: https://read.aupress.ca/projects/assessment-strategies-for-online-learning/resource/portuguese-translation-estrategias-de-avaliacao-para-aprendizagem-online

quinta-feira, 10 de abril de 2025

2. Fases de um projeto de eLearning em Educação

 PLANO DO PRÉ-PROJETO (PROPOSTA FINAL)

Tema: O papel das comunidades de prática no desenvolvimento profissional docente em contextos de ensino online



           Pode ser consultado AQUI 








RECURSOS

Education Basics – Literature Review Overview

Review Article – A typology of reviews: an analysis of 14 review types and associated methodologies

Systematic literature review about gamification in MOOCs

Bases de Dados

DOAJ – Directory of Open Access Journals

ERIC – Educational Resources Information Center

RCAAP – Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal

Google Scholar

TAXONOMIA REVISTA DE BLOOM

Strategic Planning Organizational arrangements

Strategic Planning Concept and rationale

Strategic Planning Techniques and methods