O Tema 2 decorre de 7 de Abril a 9 de Maio de 2025
1. O conceito de Personal Learning Environment (definição, perspectivas, relevância)
2. Desenvolvimento e utiização do PLE para a aprendizagem em rede
Este foi o Ambiente Pessoal de Aprendizagem que realizei:
Este infográfico apresenta várias ferramentas, apenas algumas das quais que faço uso e podem ser utilizadas de formas diferentes para organização. No entanto, foram agrupadas nas categorias que melhor refletem a sua principal função. Alguns dos ícones incluem hiperligações: algumas direcionam para trabalhos pessoais, enquanto outras apenas identificam as ferramentas através de links. Essas ferramentas são um reflexo da minha dinâmica educativa e formativa. Podem aceder ao Qrcode.
Adell, Jordi (2010). Qué es un PLE – Personal Learning Environment?. Entrevista realizada por Josi Sierra para o projecto e blog CC-Conocity. https://youtu.be/bLs5166hyiU
Attwell, G. (2023). Personal Learning Environments: looking back and looking forward. Revista de Educación a Distancia (RED), 23(71). https://doi.org/10.6018/red.526911
Cabero-Almenara, J., & Palacios-Rodríguez, A. (2021). The evaluation of virtual education: E-activities. RIED-Revista Iberoamericana de Educacion a Distancia, 24(2), 169–188. https://doi.org/10.5944/ried.24.2.28994
Mota, José (2009). Personal Learning Environments: Contributos para uma discussão do conceito. In Educação, Formação & Tecnologias, vol.2 (2); pp. 5-21, Novembro de 2009. http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/105/66.
Mota, José (2009). Personal Learning Environments: Contributos para uma discussão do conceito. In Educação, Formação & Tecnologias, vol.2 (2); pp. 5-21, Novembro de 2009. http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/105/66.
Pinto, M. (2015). Pedagogical potential of personal learning environments in higher education in sapo campus platform. EDULEARN15 Conference. https://library.iated.org/view/PINTO2015PED
Zhang, Y., Xu, X., Zhang, M., Cai, N., & Lei, V. N. L. (2023). Personal Learning Environments and Personalized Learning in the Education Field: Challenges and Future Trends. In Lecture Notes in Educational Technology (pp. 231–247). Springer Science and Business Media Deutschland GmbH. https://doi.org/10.1007/978-981-19-9315-2_13
Xu, X., Sun, Y., Weng, J., & Zhang, Y. (2024). Theoretical Framework of Personal Learning Environments: SPET Model. Communications in Computer and Information Science, 1974 CCIS, 139–156. https://doi.org/10.1007/978-981-99-8255-4_13
Adoção de diferentes abordagens pedagógicas no eLearning
Podemos adotar diferentes abordagens pedagógicas no eLearning, dependendo dos objetivos educativos e do perfil dos estudantes. Com base nas referências fornecidas pelo Professora, algumas das principais abordagens são:
1. Behaviorismo/Cognitivismo
•Enfatiza a transmissão estruturada do conhecimento e a repetição de conteúdos.
Exemplos: ensino programado, avaliações automáticas, aprendizagem baseada em objetivos.
Referência: Anderson & Dron (2011).
2.Construtivismo/Socioconstrutivismo
•Valoriza a construção ativa do conhecimento e a interação entre alunos.
Exemplos: aprendizagem baseada em projetos, fóruns de discussão, atividades colaborativas.
Referências: Salmon (2000); Anderson (2008).
3. Conectivismo
•Destaca a aprendizagem em redes e a importância das conexões digitais.
Exemplos: aprendizagem em comunidades online, curadoria de conteúdos, uso de redes sociais na educação.
Referências: Siemens (2004, 2010); Couros (2010).
4. Metodologias Ativas
Coloca o aluno no centro do processo de aprendizagem, promovendo autonomia e envolvimento.
Exemplos: gamificação, aprendizagem baseada em problemas, flipped classroom.
Referência: Fonseca & Mattar Neto (2017).
5. Aprendizagem Baseada na Presença e Emoção
Considera o papel da presença cognitiva, social e emocional na motivação do estudante online.
Exemplos: mediação pedagógica ativa, suporte personalizado, dinâmicas de interação.
Referências: Oliveira & Morgado (2020); Goodyear et al. (2001).
O Papel Ativo do Aluno no eLearning realizado com: AI InVideo. (n.d.). AI InVideo: AI-powered video creation platform. InVideo. AQUI
O aluno no eLearning deve assumir um papel ativo, autónomo e colaborativo, participando na construção do conhecimento. Segundo Anderson (2008), a eficácia do ensino online depende do envolvimento do estudante, da sua interação com os conteúdos e da colaboração com pares e professores. Garison (2000) reforça esta visão, defendendo um modelo de aprendizagem transacional, no qual o aluno é um agente ativo no seu próprio percurso. Siemens (2004) destaca que, no Conectivismo, a aprendizagem ocorre através da interação com redes de conhecimento, exigindo competências para explorar e conectar informações criticamente. Já Neves e Morgado (2022) apontam a autorregulação e a adaptação como desafios fundamentais no ensino a distância. Assim, o estudante no eLearning não é apenas um recetor de conteúdos, mas um participante ativo que constrói conhecimento através da interação, colaboração e uso estratégico da tecnologia, sendo o seu sucesso determinado tanto pelas metodologias docentes como pela sua capacidade de gerir a própria aprendizagem num ambiente digital dinâmico. Referências Anderson, T. (2008). Teaching in an online learning context. In T. Anderson (Ed.), Theory and practice of online learning (2ª ed.). Athabasca University: AU Press. Garrison, D. R. (2000). Theoretical challenges for distance education in the 21st century: A shift from structural to transactional issues. The Quarterly Review of Distance Education, 1(1), 1–17. https://www.researchgate.net/publication/26455170_Theoretical_Challenges_for_Distance_Education_in_the_21st_Century_A_Shift_from_Structural_to_Transactional_Issues Neves, A. M., & Morgado, L. (2022). A gestão multi-agendas do estudante a distância. In L. Morgado, M. L. Aires, F. Seabra, J. Paz, & A. Rocha (Eds.), Formação avançada integrada no LE@D 2021-2022 (pp. 49–54). LE@D, Universidade Aberta. https://doi.org/10.34627/leadf.2022.5
A avaliação e o feedback desempenham um papel fundamental no eLearning, influenciando tanto o envolvimento dos estudantes como a eficácia da aprendizagem. Segundo Anderson (2008), a avaliação em contextos online deve ir além da mera medição de resultados, promovendo interações significativas e incentivando a participação ativa dos estudantes. Esse princípio alinha-se à perspetiva de Garrison (2000), que argumenta que a Educação a Distância passou de uma abordagem centrada em estruturas fixas para uma visão transacional, na qual o diálogo e a construção do conhecimento assumem um papel central.
Nesse contexto, diferentes estratégias avaliativas podem ser adotadas.
Referências
Anderson, T. (2008). Teaching in an online learning context. In T. Anderson (Ed.), Theory and practice of online learning (2ª ed.). Athabasca University: AU Press.
Garrison, D. R. (2000). Theoretical challenges for distance education in the 21st century: A shift from structural to transactional issues. The Quarterly Review of Distance Education, 1(1), 1–17. https://www.researchgate.net/publication/26455170_Theoretical_Challenges_for_Distance_Education_in_the_21st_Century_A_Shift_from_Structural_to_Transactional_Issues
Anderson, Terry & Dron, Jon (2011).Three generations of distance education pedagogy. IRRODL. Disponível aqui.
Anderson, Terry (2008).Teaching in an Online Learning Context. In Anderson, Terry (Ed.), Theory and Practice of Online Learning (2ª ed.). Athabasca University: AU Press. Disponível aqui.
Couros, Alec (2010).Teaching & Learning in a Networked World. Keynote na conferência Quest 2010. Disponível aqui.
Fonseca, S. M., & Mattar Neto, J. A. (2017).Metodologias ativas aplicadas à educação a distância: revisão de literatura. Revista EDaPECI, 17(2), 185–197. Disponível aqui.
Goodyear, P., Salmon, G., Spector, J. M., Steeples, C., & Tickner, S. (2001).Competence for Online Teaching - A Special Report. In Educational Technology, 49(1). Disponível aqui.
Morgado, L., Neves, A., & Teixeira, A. (2016).Acolhimento e Integração como Valor Estratégico: Análise do sistema institucional de apoio ao estudante virtual da UAb. In Cruz, M. & Sánchez-Elvira, A. (Eds.), Claves innovadoras para la prevención del abandono en instituciones de educación abierta y a distancia: experiencias internacionales (pp. 27-55). Ediciones UAPA. Disponível aqui.
Neves, A. M., & Morgado, L. (2022).A Gestão Multi-Agendas do Estudante a Distância. In Morgado, L., Aires, M.L., Seabra, F., Paz, J., & Rocha, A. (Eds.), Formação Avançada integrada no LE@D 2021-2022 (pp. 49-54). LE@D, Universidade Aberta. Disponível aqui.
Oliveira, T., & Morgado, L. (2020).Impacto da dinâmica emocional na aprendizagem em cursos a distância no ensino superior: O papel da presença emocional e das microlideranças. Revista Portuguesa de Educação, 33(2), 177-199. Disponível aqui.
Salmon, G. (2000).E-moderating: The Key to Teaching and Learning Online (2ª ed.). RoutledgeFalmer - Taylor & Francis Group.
Siemens, George (2004).Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age. elearnspace. Disponível aqui.
Siemens, George (2010).Teaching in Social and Technological Networks. Connectivism. Disponível aqui.