terça-feira, 10 de junho de 2025

Tema 4: Modelos e Desenho de Avaliação na Educação Online

 

Competências
  • Identificar princípios de avaliação em contexto digital.
  • Caracterizar o Modelo PRAcT.
  • Definir as componentes principais de um plano de avaliação;
  • Definir o design de avaliação de um módulo de formação em contexto de Elearning.


Orientações de trabalho

Esta atividade envolve duas fases. Numa primeira vamos analisar os textos 1 e 2 e discutir em fórum as suas ideias chave, tendo em vista a imersão em duas propostas de modelos de avaliação.

Numa segunda fase, partindo do quadro teórico analisado pretende-se que definam o plano de avaliação para um dado módulo de formação (hipotético ou real).


FASE 1

1) Constituição livre dos grupos (até quatro componentes);

2) Leitura e análise dos textos 1 e 2;

3) Debate em fórum sobre os princípios teóricos dos textos considerados (10 a 16 de junho)

FASE 2

4) Partindo do quadro teórico apresentado pretende-se que definam o plano de avaliação de um módulo de formação (real ou hipotético) tomando como base a matriz sugerida no texto 3 e tendo como suporte complementar os textos 4 a 7 (para apoio a estratégias de feedback e desenho de rubricas de avaliação)

5) Apresentação à turma do plano de avaliação proposto (23 de junho);

4) Discussão das propostas no Forum A4, tendo em vista recolher sugestões sobre o design final de avaliação (23 a 27 de junho);

5) Incorporação de eventuais alterações nas propostas apresentadas (até 30 de junho).

 

Recursos

1. Amante, L. ; Oliveira, I.; Pereira, A. (2017) “ Cultura da Avaliação e Contextos Digitais de Aprendizagem: O modelo PrACT”. In Revista Docência e Cibercultura. Vol.1, nº 1. (135-150). http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/re-doc/article/view/30912
2. Bearman, M.; Dawson, P.; Boud, B.; Bennett, S.; Hall, M. & Molloy.E. (2016). Support for assessment practice: developing the Assessment Design Decisions Framework, Teaching in Higher Education, DOI: 10.1080/13562517.2016.1160217  https://shre.ink/84UN
3.  Amante, L.; Oliveira, I. (2019). Avaliação e Feedback. Desafios Atuais. e-book, MPV_Inovaç@o, Universidade Aberta: Lisboa 27 pp. ISBN 978-972-674-846-5 
4. Pereira, A.; Oliveira, I (2022). Avaliação Digital de Competências: elementos para uma estratégia. In Oliveira, I., Pereira, A., Amante, L., Oliveira, R. (Orgs.) (2022). A Prática em Avaliação Digital de Competências, LE@D, Universidade Aberta, DOI: https://doi.org/10.34627/leadw.2022.4 (cap. 1)
5. Cano, E. (2015) Las Rúbricas como Instrumento de Evaluación de Competencias en la Educación Superior: ¿Uso o Abuso? Profesorado. Revista de Currículum y Formación de Profesorado, 19(2), 265-280. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://www.redalyc.org/pdf/567/56741181017.pdf
6. Fernandes, D. (2021). Rubricas de Avaliação. Folha de apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação
7. Panadero, E., & Johnson, A. (2013). The use of scoring rubrics for formative assessment purposes revisited: A review. Educational Research Review, 9(0), 129- 144. doi: http://dx.doi.org/10.1016/j.edurev.2013.01.002


domingo, 8 de junho de 2025

Tema 3 - Desenho de Aprendizagem Online

 O Tema 3 decorre de 12 de Maio a 13 de Junho de 2025

Tema 3 - Desenho de Aprendizagem Online

1. Aspetos fundamentais no desenho da aprendizagem em contexto online

2. Aplicação de conhecimentos e competências adquiridos na concepção de uma atividade de aprendizagem online

terça-feira, 3 de junho de 2025

Trabalho final da UC


Inovar na Sala de Aula: criar um ambiente virtual de aprendizagem passo a passo

Nos últimos tempos, tenho vindo a explorar diferentes formas de tornar o ensino mais dinâmico e significativo — e a criação de ambientes virtuais de aprendizagem tem-se revelado uma das experiências mais enriquecedoras desse caminho.

No âmbito da unidade curricular “Projetos Finais UC Ambientes Virtuais – MPEL 2025”, iniciei o desenvolvimento de uma proposta formativa na plataforma educonline.uab.pt, da Universidade Aberta. O ponto de partida foi o acesso à área reservada ao meu projeto, gentilmente disponibilizada pelo professor, e a leitura atenta do manual do Moodle, que me orientou na criação de uma e-atividade estruturada e coerente.

Optei por desenvolver a ação de formação "Inovando na Sala de Aula: como usar a tecnologia para promover aprendizagens ativas", por ser uma temática que me apaixona e por considerar urgente capacitar educadores para integrarem, com sentido pedagógico, as tecnologias no seu dia a dia profissional.

Na fase inicial, construí um contrato de aprendizagem, onde defini de forma clara os objetivos, as competências a desenvolver, os conteúdos programáticos, os métodos de trabalho e avaliação, e toda a sequência de atividades. Escolhi temáticas que considero essenciais para uma prática pedagógica inovadora, incluindo recursos digitais diversos, fóruns temáticos, momentos de trabalho colaborativo e atividades práticas com feedback orientado.

Procurei criar um ambiente coeso, com espaços que favorecessem a partilha de ideias, a interação entre pares e a aprendizagem ativa, numa lógica de co-construção do conhecimento. A estruturação dos tópicos nos fóruns teve como base a organização dos conteúdos e o estímulo ao pensamento crítico e reflexivo.

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Nesta etapa final da UC foi nos solicitado o desenho de uma ação de formação e implementar na plataforma digital disponibilizada para o efeito: educonline.uab.pt/

Ver curso aqui:  Disciplina: Reconfigurar a Formação: A Pedagogia da Presença em Plataformas e Ambientes Digitais, Tópico: ESPAÇO PROJETO 4- ROSA GASPAR

e AQUI poder-se-á consultar o curso na sua primeira versão como Contrato de Aprendizagem

No link que se segue podemos encontrar o link para o desenho do curso da formação em versão mais extendida.

Curso extendido:"Inovando na Sala de Aula: como usar a tecnologia para promover aprendizagens ativas"


Refletindo sobre a experiência…

Acredito que há um imenso potencial pedagógico nas plataformas digitais, nas redes sociais e nos jogos sérios aplicados ao ensino. Estes recursos permitem não só motivar os alunos, como também tornar os conteúdos mais acessíveis e interativos, através de simulações, storytelling e aprendizagem baseada em projetos.

Ao mesmo tempo, estas ferramentas abrem portas a experiências colaborativas globais, promovendo a diversidade de perspetivas e enriquecendo a aprendizagem com base em contextos reais.

Contudo, também reconheço os desafios: a formação contínua dos professores é essencial para que consigam explorar estas ferramentas de forma criativa, crítica e com intencionalidade pedagógica. É urgente investir na capacitação docente para os ambientes digitais , o metaverso, as redes sociais educativas e a gamificação.

quarta-feira, 28 de maio de 2025

TEMA 3- PLATAFORMAS DIGITAIS, AMBIENTES DIGITAIS VIRTUAIS 3D, REDES SOCIAIS E JOGOS DIGITAIS

Ambientes Virtuais 3D na Educação: O Valor Pedagógico do Second Life

Porquê integrar o Second Life em contextos educativos?


A exploração no Second Life revelou-se muito mais do que uma visita virtual: foi uma experiência educativa ativa. Eis alguns dos elementos que considero mais valiosos deste tipo de ambiente:

🌐 Aprendizagem imersiva

Os ambientes 3D envolvem-nos emocionalmente e sensorialmente, tornando as aprendizagens mais marcantes.

🧭 Liberdade de exploração

A possibilidade de visitar diferentes espaços culturais, históricos ou fictícios estimula a curiosidade, a descoberta e o pensamento crítico.

🤝 Interação social e colaboração

Mesmo sem ter participado em sessões em grupo, percebi o potencial para encontros, debates, projetos colaborativos ou formações em tempo real entre avatares.

✨ Criatividade e imaginação

Voar, personalizar o avatar, construir objetos e interagir com cenários diversos contribui para um ambiente onde a fantasia e a aprendizagem andam de mãos dadas.

🔁 Contributos para uma aprendizagem híbrida

O Second Life pode ser um excelente complemento a contextos de sala de aula presencial, oferecendo experiências que desafiam os limites físicos e enriquecem a aprendizagem formal e informal.


Em suma, a MISSÃO VirtuaLIFE foi uma porta de entrada para um novo mundo de possibilidades pedagógicas. Mesmo sem ter participado nas visitas guiadas, a experiência individual de exploração mostrou-me que o Second Life é mais do que um espaço digital — é um território de aprendizagem, de imaginação e de encontro com o outro.

Os desafios para a implementação eficaz do metaverso na educação são variados e interligados, exigindo abordagens multifacetadas que envolvem investimentos em infraestrutura, formação contínua, desenvolvimento de novas metodologias pedagógicas e cuidados com a saúde e segurança dos alunos. Superar esses desafios é crucial para aproveitar plenamente as potencialidades oferecidas por essas tecnologias emergentes.

E tu? Já pensaste em onde o teu avatar te pode levar?

segunda-feira, 26 de maio de 2025

Ensinar em Mundos Virtuais: O que o Second Life pode trazer à Educação?

Tema 3 

MISSÃO VirtuaLIFE: explorar, aprender e imaginar no metaverso

A MISSÃO VirtuaLIFE desafiou-nos a ir mais além: imaginar como seria viver, conviver e aprender num universo paralelo, mergulhar no conceito de metaverso e refletir sobre os seus contributos para o ensino e a aprendizagem em ambientes online.

Embora não tenha participado na visita guiada com o professor António Moreira nem na sessão conduzida pela professora Eliane Schlemmer, tive a oportunidade de explorar, por conta própria, os diferentes espaços da Ilha UNISINOS no Second Life — e a experiência foi surpreendente.

Uma viagem livre por mundos digitais

Ao entrar neste mundo virtual, fui conduzida pela curiosidade. Caminhei por cenários diversos, experienciei a tridimensionalidade dos espaços e interagi com vários elementos digitais. A sensação de presença, mesmo sendo mediada por um avatar, é notável. Poder voar, observar os detalhes arquitetónicos dos ambientes e sentir que o espaço "responde" à nossa presença é algo verdadeiramente envolvente.

Mas a minha viagem não se ficou apenas pela Ilha UNISINOS. Utilizando o sistema de teleporte do Second Life, aventurei-me por outros mundos e espaços culturais, explorando ambientes que recriam tradições, arte, paisagens e modos de vida de diferentes partes do mundo. Cada nova localização abriu janelas para diferentes culturas e perspetivas, num verdadeiro convite à aprendizagem intercultural.

Londres

Itália


Conclusão


Descobertas no Metaverso: A Minha Experiência na MISSÃO VirtualLIFE


A MISSÃO VirtualLIFE foi, sem dúvida, uma experiência marcante e diferente de tudo o que já tinha vivido. Nunca tinha tido a oportunidade de aprender, explorar e interagir num universo paralelo, e esta imersão no Metaverso, mais concretamente através da plataforma Second Life, abriu-me novas perspetivas sobre o que é possível fazer em contextos educativos digitais.

Depois de instalar o programa e criar o meu avatar, comecei a explorar os vários espaços disponíveis neste mundo virtual em 3D. A sensação de "andar por ali", descobrir ambientes, interagir com outros avatares e perceber a lógica destes espaços foi ao mesmo tempo desafiante e entusiasmante. O Second Life revelou-se uma ferramenta com grande potencial para promover a convivência, a colaboração e a aprendizagem em ambientes digitais imersivos.

Infelizmente, não consegui estar presente na sessão síncrona de discussão no espaço do GPe-dU na Ilha UNISINOS, pois coincidiu com uma reunião escolar importante — como diretora, nem sempre é fácil conciliar todos os horários. Também não consegui concluir a tempo o vídeo proposto pelo professor, onde deveríamos apresentar uma metodologia educativa que ligasse o nosso contexto profissional a estas duas realidades geográficas. Apesar disso, registei alguns momentos da minha exploração com capturas de ecrã (prints), como forma de documentar o meu percurso e manter o registo desta primeira incursão no Metaverso.

Participar nesta missão e criar um ambiente virtual de aprendizagem foi uma experiência muito enriquecedora que me abriu os olhos para as muitas possibilidades do metaverso na educação.

Ao longo do processo, percebi o quão importante é ter uma estrutura bem definida e recorrer aos recursos certos. Não basta “estar no digital” — é fundamental pensar pedagogicamente cada passo: desde a escolha de temas relevantes, até à forma como desenhamos atividades práticas e colaborativas que envolvam verdadeiramente os alunos.

Esta experiência fez-me refletir sobre o potencial destes ambientes imersivos para criar aprendizagens mais significativas, motivadoras e ligadas à realidade dos estudantes. E, acima de tudo, reforçou a importância de planear com intencionalidade, promovendo a interação, a criatividade e o pensamento crítico.

O metaverso pode mesmo ser um aliado poderoso no ensino — se soubermos usá-lo com propósito.